No último dia 12 de agosto, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo não irá mudar a meta de resultado primário, apesar das pressões por um aumento de gastos públicos. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o Ministro reforçou o compromisso com a meta fiscal e afirmou que qualquer aumento de gastos “dá urticária” nele.
A declaração de Haddad vem em meio a um cenário de incertezas econômicas e políticas no país. Com o aumento das despesas públicas, principalmente em relação às medidas emergenciais para combater a pandemia da Covid-19, muitos temiam que o governo alterasse a meta fiscal, que prevê um déficit de R$ 170,5 bilhões em 2021.
No entanto, o Ministro ressaltou que o governo está comprometido em manter a responsabilidade fiscal e evitar o endividamento excessivo. Ele afirmou que a postura do governo será de ajustar os gastos e buscar alternativas para garantir o equilíbrio das contas públicas sem prejudicar a população.
Haddad também destacou que o governo não irá recorrer a medidas populistas para tentar conquistar a opinião pública. “Não vamos fazer demagogia, não vamos inventar dinheiro. Vamos ser responsáveis e buscar soluções sustentáveis para os problemas do país”, afirmou o Ministro.
A declaração de Haddad foi recebida positivamente pelo mercado financeiro, que temia um possível aumento da dívida pública e uma possível perda de credibilidade do país. O compromisso do governo com a meta fiscal demonstra uma postura responsável e transparente, que é essencial para a retomada do crescimento econômico e atração de investimentos.
Além disso, a manutenção da meta fiscal é fundamental para o controle da inflação e a estabilidade econômica. Com o aumento dos gastos públicos, há um risco de descontrole nos preços e queda do poder de compra da moeda, o que prejudicaria a população mais vulnerável.
Em sua entrevista, Haddad ainda reforçou a importância das reformas estruturais para o país, como a reforma administrativa e tributária. Segundo o Ministro, essas reformas são cruciais para a retomada do crescimento e aumento da competitividade do país no cenário internacional.
O compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e as reformas estruturais é fundamental para a superação da crise econômica e a melhoria da vida dos brasileiros. Com uma postura responsável e transparente, o governo está demonstrando que está focado em solucionar os problemas do país de forma sustentável e equilibrada.
Por fim, é importante ressaltar que a manutenção da meta fiscal é uma demonstração de comprometimento com o futuro do país. Ao invés de ceder às pressões por um aumento de gastos no curto prazo, o governo está trabalhando para garantir um futuro mais próspero e estável para todos os brasileiros. Com a responsabilidade fiscal, a confiança dos investidores é fortalecida e o Brasil se torna um ambiente mais atraente para negócios e investimentos.



