No último dia 5 de março, o Ibovespa teve uma queda acentuada, depois de atingir a marca de 165 mil pontos pela manhã. Ao final do dia, o índice fechou em torno de 157 mil pontos, gerando preocupações e incertezas entre os investidores. Mas como investidores, devemos sempre analisar o mercado buscando ter uma visão ampla e de longo prazo. Portanto, neste artigo, vamos olhar para o histórico do Ibovespa desde o início de 2021 e entender melhor as cinco maiores quedas que ele teve.
Antes de mergulharmos nessas quedas, é importante entendermos o que é o Ibovespa e qual o seu impacto no mercado financeiro. O Ibovespa é o principal índice de ações da Bolsa de Valores brasileira, a B3. Ele é composto pelas ações mais negociadas e mais representativas do mercado, ou seja, aquelas que têm maior peso na economia do país. Por isso, é considerado um indicador importante para acompanhar a evolução da economia brasileira.
No dia 4 de janeiro de 2021, o Ibovespa iniciou o ano em alta, acompanhando a tendência de recuperação da economia após os impactos da pandemia de Covid-19. Entretanto, em janeiro, após atingir um pico de 125.076 pontos, o índice começou a cair, fechando o mês em 115.068 pontos. Uma das principais causas dessa queda foi o aumento nos casos de Covid-19 no Brasil e no mundo, além das preocupações com a situação fiscal do país.
No mês seguinte, o Ibovespa retomou um movimento de alta e chegou a bater os 120 mil pontos. Porém, no dia 8 de fevereiro, o índice sofreu sua primeira queda significativa do ano, fechando em 113.837 pontos. O mercado foi afetado pela incerteza em relação à aprovação de reformas econômicas pelo governo e aos resultados das empresas no quarto trimestre de 2020.
No dia 22 de fevereiro, o Ibovespa voltou a bater o patamar dos 120 mil pontos. Entretanto, esse movimento foi interrompido no dia 25 de fevereiro, com o índice fechando em 112.064 pontos, seu menor valor desde o início do ano. O mercado foi impactado principalmente pelas incertezas em relação ao Orçamento de 2021 e à situação fiscal do país.
Agora, vamos falar sobre a queda que ocorreu no dia 5 de março, que gerou a maior oscilação do ano até o momento. Naquele dia, o Ibovespa iniciou em alta, ultrapassando os 165 mil pontos, mas sofreu uma reviravolta durante o dia e encerrou em torno de 157 mil pontos. O principal motivo dessa queda foi a divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos, mostrando um crescimento maior do que o esperado, o que levou investidores a se preocuparem com uma possível alta na inflação e nas taxas de juros.
Mas mesmo com essa queda, a tendência geral do Ibovespa em 2021 ainda é de alta. Após a realização de lucros no mês de fevereiro, o índice voltou a subir em março e atingiu novamente a marca dos 120 mil pontos. Além disso, as perspectivas econômicas para o Brasil são positivas, com a retomada da economia e a vacinação contra a Covid-19 em curso.
Portanto, para os investidores, é importante lembrar que as quedas fazem parte do mercado financeiro e são oportunidades de compra para quem investe a longo prazo. É preciso estar preparado para lidar com a



