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Lewandowski diz que crimes contra o Estado são impassíveis de anistia

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quinta-feira (8) que crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito são “...

Lewandowski diz que crimes contra o Estado são impassíveis de anistia
O ato oficial que marcou os 3 anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro às sedes dos Três Poderes, em Brasília, deixou claro que a defesa da democracia é um dever de todos e um compromisso inegociável das instituições republicanas. E, mais do que isso, que crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito devem ser tratados com rigor e não serão esquecidos ou perdoados. Essa foi a mensagem transmitida pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, durante o evento realizado no Palácio do Planalto. Para ele, é essencial manter a vigilância e estar sempre alerta para possíveis ameaças à democracia. Afinal, como disse o ex-presidente americano Thomas Jefferson, o preço da liberdade é a eterna vigilância. O ato também contou com a presença do vice-presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, que reforçou a importância da punição rigorosa para aqueles que cometem crimes contra a democracia. “Se, perdendo as eleições, tentaram um golpe de Estado, imagine o que não teriam feito se tivessem vencido as eleições”, declarou. Além disso, Alckmin também ressaltou a importância de ter compromisso e apreço pela democracia. E citou o ex-governador de São Paulo, Mário Covas, ao afirmar que o que diferencia os homens e mulheres públicos é justamente quem tem amor pela democracia e quem não tem. Três anos após o fatídico 8 de janeiro, fica evidente que as instituições brasileiras são fortes e estão unidas na defesa da democracia. Os Três Poderes reagiram de maneira uníssona ao 8 de janeiro, mostrando a pujança das instituições. E, como destacou Alckmin, as instituições são importantes para o avanço do país, pois as pessoas passam, mas elas permanecem. Portanto, é essencial que as boas instituições sejam valorizadas e preservadas. Afinal, é por meio delas que a democracia é garantida e a liberdade é assegurada. As instituições são a base que sustenta a nação e, por isso, devem ser fortalecidas e respeitadas em todos os momentos. É importante lembrar que o Brasil é um país jovem, com apenas 200 anos de história como nação independente. Temos uma democracia recente e, por isso, é fundamental que todos estejamos unidos em sua defesa. Mais do que nunca, é necessário valorizar e proteger nossa democracia, pois é ela que nos permite escolher nossos governantes, garantir nossos direitos e viver em um país livre. Além disso, é preciso estar atento ao crescimento de movimentos que ameaçam os valores democráticos. Atos como os que ocorreram em 8 de janeiro de 2022 são um alerta para a importância de continuar lutando pela democracia e de não permitir que ela seja fragilizada por ações antidemocráticas. Por fim, é imprescindível lembrar que crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito não serão esquecidos ou perdoados. Como afirmou o ministro Lewandowski, esses crimes são imprescritíveis e impassíveis de indulto, graça ou anistia. E devem ser tratados com a devida rigidez para que a democracia seja preservada e protegida. Assim, esperamos que o ato realizado no Palácio do Planalto seja um lembrete constante da importância da democracia e da necessidade de estarmos unidos em sua defesa. A vigilância e o comprometimento de
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